Principal ETF argentino nos EUA alcança US$ 600 milhões em captação, enquanto o brasileiro EWZ tem resgates de US$ 900 milhões, dados mostram, refletindo política econômica de países americanos sob pressão de investimentos estrangeiros em moeda argentina.
Na era do globalismo, a Argentina está se destacando na competição de riqueza. Os investimentos estrangeiros vêm encontrando no Brasil um mercado promissor, fazendo com que a Argentina se distancie cada vez mais. A conquista da confiança dos investidores deriva do avanço na economia do país, onde a política de abertura está sendo bem-sucedida.
Enquanto o Brasil ainda luta para superar os desafios econômicos, a Argentina está aproveitando a oportunidade de futebol para se destacar no cenário internacional. O desempenho em campo não é o único fator que está atraindo os investidores. A política de estabilidade fiscal e a confiança dos investidores internacionais são fundamentais para o sucesso da economia argentina. Com esses fatores, a Argentina está se transformando em um poderoso investidor em outras regiões, enquanto o Brasil busca manter seu lugar no cenário econômico. O país está se destacando não apenas no futebol, mas também na competição econômica. Com um investimento sólido em infraestrutura e atração de capital estrangeiro, a Argentina está se consolidando como uma potência econômica emergente.
Variação de Investimentos no Brasil e na Argentina
Na escala dos investimentos estrangeiros, o Brasil está registando uma saída considerável, com previsão de fechar o ano em R$ 25 bilhões, frente aos inflacionários preços internacionais. Dados-mostram que, nos últimos meses, o EWZ, principal ETF brasileiro, sofreu uma perda de 35% de valor, enquanto o ARGT, seu equivalente argentino, subiu 63%, refletindo a variação cambial e a política-econômica adotada pelo governo do país vizinho.
O controle da inflação e a apresentação de uma política fiscal mais estável pela Argentina têm contribuído para atração de investidores, fechando o terceiro trimestre com um saldo positivo nas contas correntes de US$ 1,4 bilhão, uma melhoria significativa em comparação ao período do ano passado, quando houve um déficit de US$ 6 bilhões. A conta financeira relacionada a investimentos-estrangeiros também apresentou um saldo positivo de US$ 1,15 bilhão, dados que indicam uma tendência de investimentos de países-americanos e estrangeiros.
O Brasil tem contribuído significativamente para essa recuperação, com brasileiros sendo responsáveis por 35% dos US$ 2,385 bilhões em investimentos-estrangeiros diretos no segundo trimestre, de acordo com o Banco Central da Argentina. Investidores brasileiros estão cautelosos em relação à economia local, com alguns optando por diversificar seus investimentos, como a Ciano Investimentos, que mantém 50% dos investimentos no exterior, sendo 20% na Argentina e 30% nos Estados Unidos.
A política econômica de austeridade fiscal e redução da participação do Estado na economia adotada pelo presidente argentino Javier Milei tem pavimentado o caminho para a entrada de investimentos-estrangeiros, com medidas como cortes de gastos e redução dos controles de preços. No entanto, a implementação dessas políticas enfrentou uma retração de 5% no PIB anual e uma inflação de 289% ao ano.
Expectativas para o Futuro
A expectativa do governo argentino é de que a economia continue a se recuperar, com o potencial de crescimento para os próximos anos. A política econômica é vista como um fator-chave para atração de investimentos-estrangeiros e o crescimento econômico. Investidores brasileiros estão sendo cautelosos em relação à economia local, mas alguns estão com expectativas positivas para o futuro.
Impacto na Moeda-Argentina
A estabilização da cotação oficial da moeda-argentina e a redução da inflação têm contribuído para a melhoria da economia argentina. A política econômica de austeridade fiscal e redução da participação do Estado na economia tem pavimentado o caminho para a entrada de investimentos-estrangeiros, com medidas como cortes de gastos e redução dos controles de preços. A retirada do controle de preços elevou a inflação a um pico de 289%, mas a expectativa é de que a economia continue a se recuperar.
Fonte: @ NEO FEED
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